segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Desafio - PALAVRÃO não (!) - atualização 01

Minha idéia não era atualizar tão rápido o desafio 'palavrão não' , mas eu preciso compartilhar com vocês o que aconteceu nesse primeiro dia.

Ao todo foram 10 palavrões falados, alguns 'quase falados' e muitos pensados.

Gente, eu não fazia idéia de que falava tanto, até parar para contar. Sem brincadeira, esses 10 sairam mesmo quando eu tentei me esforçar ao máximo. Ou seja, eu vou ter que me superar ou adiós cabelão.

Quando eu soltei um m**da o meu marido falou: "ah, esse não vale porque todo mundo da novela das 9h fala". Brincadeira né? Esses autores de novelas querem ser moderninhos e acabam metendo os pés pelas mãos, ridículo falar palavrões em novela. Quem fala palavrão não é moderno, é mal-educado.

Fora que todas as vezes que me peguei falando palavrão conscientemente, eu também senti o peso e a energia negativa da palavra, coisa que eu nunca havia sentido pois estava no piloto automático.

Deprimente.

Amanhã me esforçarei muito mais porque hoje, no primeiro dia, já perdi 2cm do meu lindo cabelo.
Ah, e foram 2cm porque resolvi que o fator será 0,2 e não 0,25. Tive o dia inteiro para analisar e entender que tudo que está enraizado é mais difícil de ser arrancado, logo precisarei dessa folga de 0,05 senão eu vou ficar careca antes do carnaval. Acho justo, justíssimo.



Dani Dani

domingo, 11 de dezembro de 2011

Desafio - PALAVRÃO não (!)

Como eu já havia comentado no post anterior, Gabriel está na fase de repetir tudo que ouve, TUDO mesmo.

O problema é que eu e o pai dele somos mestres em falar muito palavrão, isso é ridículo, eu sei, principalmente para uma 'mocinha' como eu. Mas até hoje eu nunca havia tido um forte motivo para parar. Acho que agora chegou a hora. Vai ser muuuuuito difícil, já faz parte de mim. Meu marido e eu viemos de famílias portuguesas, daquelas que de 10 palavras, 11 são palavrões cabeludos. Tá certo, a minha era 20 vezes pior que a dele. Até minha vozinha de 84 anos de vez em quando solta um 'm*******da" bem alto.

 

Que vergonha, que vergonha, que vergonha.

Não posso permitir que meu filho me veja tendo esse tipo de comportamento e muito menos que ele adquira esse péssimo hábito, logo, como a educação vem através do exemplo, resolvi parar de vez de falar palavrão.

Mas como conseguir depois de anos repetindo? Quem me conhece de verdade sabe que eu sou super estourada e ultimamente, qualquer coisa vem tirando minha paciência. E o pior é que de uns tempos para cá eu estou tendo TPM daquelas beeeeeeeem brabas, coisa que eu nunca tive na minha vida, nem de leve. Meu 'pobre' marido já está ficando maluco. E quando eu estou com os nervos à flor da pele, parece que os palavrões se multiplicam. Saem da boca sem passar pelo cérebro.





Por esses motivos, somente uma coisa muito forte e muito séria poderia realmente me estimular. Aí resolvi colocar a cachola para funcionar. Pensei em colocar um dinheiro no cofrinho cada vez que eu soltasse um ***, mas achei muito fácil e o que eu iria fazer com o $$ depois? Bes-tei-ra.

Aí, depois de muito pensar, resolvi que, a partir de hoje, eu me desafio a ficar 3 meses sem falar palavrão (nem aqueles bobinhos). Cada vez que eu falar, eu vou ter que cortar 0,25 cm do meu cabelo (vou acumulando e no final de 3 meses corto o total).

Esse vai ser uma prova e tanto pois eu costumo falar uns 15 por dia, pelo menos. E se a partir de hoje, falar apenas 1 por dia terei que cortar 22,5 cm do meu cabelo que hoje está na cintura.

Eu acredito que, realizando esse desafio, no final de três meses eu vou estar bem desacostumada e vai ser mais fácil manter minha postura daí para frente. Espero, do fundo do meu coração, que eu consiga, porque meu cabelo é meu xodó e não é só por esse motivo, palavrão além de ser feio, atrai muitas energias negativas e te coloca numa vibração ruim atraindo mais pensamentos e coisas ruins, transformando tudo em uma bola de neve.

Prometo deixar o desafio atualizado no blog, colocando quais foram os deslizes e em que situações aconteceram. Então, a partir de hoje:

PALAVRÃO NÃO!


Início do desafio: 12 de Dezembro de 2011.
Final do desafio: 12 de Março de 2012.

Essa foto é para vocês terem uma idéia de como está o comprimento do meu cabelo hoje.
Aqui você vai ver outra foto tirada no mesmo dia.


Dani Dani

Palavrinhas

Com um aninho e oito meses, Bibi 'tá que tá' com a corda toda.
Já fala o nome da pessoa e associa ao brinde tipo:
Fáfáá - soveti (ela sempre leva ele para tomar sorvete)
Déia (a bisavó) - côtcho (sempre tem um biscoitinho para oferecer)
Já pede 'lixenxá' pra passar, quase me derreto toda, pede licença até para a bola, para o berço, para a cachorra...
Se ele vê perigo de cair começa a falar 'vai caíííí vai caííí'.
'vai caíííí'
Caio - carro.
Bêia - meia (tipo fanho).
Apatô - sapato.
dô (2) - catch ou cátô (4) - ôtch ou ôtô (8). As vezes eu acho que ele fala uma outra língua...
Afá - tia Fátima.
Abânda - a professora Amanda do colégio (tipo fanho tb).
Cácôooo - Vasco.
Favô - Tavo que vem do apelido de Gustavo, o pai dele.
Âni - Dani
Dodói (tão bonitinho ele falando dodói).
Mô ou amô - chamando o pai como eu chamo.

Bóia - bola e gol (foram uma das primeiras palavras mas esqueci de relacionar no 1º post). Ele AMA bóia.

Na verdade Bibi está repetindo a maioria das coisas que escuta, do jeitinho dele é claro.  Logo, acho que chegou a hora de 'jurar de pé junto' que eu não vou mais falar palavrão, nem perto dele nem longe. Isso vai ser um mega desafio para mim.



Dani Dani

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Pequenas felicidades - blogagem coletiva


  • Faltar menos do que faltava na semana passada para chegar o dia da viagem pra Orlando/NY.

  • Começar a tomar ácido fólico. (?) Ahn (?). Fui em uma consulta na pediatra do Bibi e comentei que iria tentar engravidar de novo a partir de Abril e ela perguntou se eu já tinha ido na ginecologista e tal, falei que ainda não (pretendo ir somente no início de fev.) mas mesmo assim ela fez uma receitinha e falou para eu começar a tomar JÁ. Ops, caiu a ficha! Que emoção!


Preciso parar por aqui, já é muita felicidade pra uma semana só, meu coraçãozinho não aguenta.



Mais felicidades no Botõezinhos.

Dani Dani

Desabafo...

  • Odeio quando você joga lixo pela janela do carro, do ônibus, do taxi, da van, na rua, no shopping. Chego a conclusão que você também joga lixo no chão da sua casa, na sua rua, logo você mora num chiqueiro, logo você é um "porco mal-educado" porque se fosse "bem-educado" sujava só a sua casa. Odeio também quando você disfarça e deixa o papel cair no chão como se tivesse batido um vento na sua mão, ridículo, todo mundo percebe.
 
  • Odeio quando você finge que não está vendo o seu cachorro 'c*gar' na rua e fica com aquela cara de paisagem. Aloooow, todo mundo sabe que você está fingindo que não está vendo, só você acha que está conseguindo disfarçar. Tomara que um dia você esteja saindo pra um casamento atrasadíssimo e pise na bosta, pior, tomara que você seja o noivo ou a noiva.
 
  • Odeio quando você acha que pilota e anda com a carro na faixa da esquerda atravancanto o trânsito sendo que todos estão andando mais rápido que você. Querido(a), vai fazer um cursinho de boas maneiras no trânsito, ou "para que serve um retrovisor", ou "o uso da seta". Lugar de carro lerdo é na direita, DI-REI-TA. Você é um dos culpados pelos engarrafamentos caóticos nas cidades.
 
  • Odeio quando você acha que nós não somos dignos de comer no SEU restaurante, de estudar na SUA escola, de comprar um imóvel na SUA imobiliária, ou um móvel na SUA loja, ou uma roupa no SEU brechó. Odeio quando você julga as pessoas pela aparência, só porque ela foi ver um imóvel de bermuda e sandália ou um carro novo de havaianas, ou ela foi comer no seu restaurante de 1.0 enquanto outros chegam de Audi/BMW/Kia. Seu imbecil, você não sabe quanto as pessoas tem no bolso, na conta, não sabe quanto custou o carro. Você julga através de seus pré-conceitos e acaba perdendo a venda, a comissão e continua aí, abrindo portas para pessoas como nós passarem.
 
  • Odeio quando você maltrata qualquer tipo de animal, chuta, bate, xinga, pisa, deixa passar fome, pegar chuva, abandona quando fica doente ou por qualquer outro motivo, sacrifica o bichinho alegando que ele estava sofrendo muito e sentindo muita dor. Queria eu poder fazer isso com você também.


prontofalei


Dani Dani

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pequenas felicidades - blogagem coletiva


Essa semana foi difícil, chuvosa, nublada, um prato vazio para as "pequenas felicidades"... será?

  • O aniversário do meu maridón. Mais um ano juntinhos!

  • Comemoração a dois, jantarzinho sem Bibi (filho te amo mas um jantarzinho a dois é sempre uma felicidade).

  • Comemoração com os amigos e família no Joe&Leo´s, foi super descontraído e todos se sentiram super bem.

  • Comer a sobremesa 'WONDER BROWNIE' do Joe&Leo´s não tem preço. Brownie de chocolate com sorvete de creme com recheio de nutella, calda de chocolate quente, chantily e pedaços de macadâmia. É pra comer rezando.



  • Dormir até meio-dia.

  • Saber que existe ob no mundo... é OB mesmo, não sei o que seria da minha vida sem ele.


 Se você quiser ver mais felicidades é só aparecer no Botõezinhos.


Dani Dani

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Minhas melhores compras

A Rita (do Botõezinhos) está sempre inventando alguma coisa legal para animar nossa vidinha pacata! :]

Dessa vez, a sugestão é para você entrar na brincadeira e contar quais foram as melhores compras que você já fez.

Sugestão mais do que aceita, que mulher não adoraria ficar horas pensando nisso?

...

Depois de uma análise criteriosa (hehehe), cheguei à seguinte conclusão:

Assim como a Rita, a minha casa nova é uma das melhores compras que já fiz (fizemos). Estava me sentindo que nem um passarinho na gaiola morando dentro de um apartamento. A casa nova tem jardim, muita grama para o Gabriel brincar, piscina, portão automático de garagem (heheheheh, mulher preguiça), enfim, tudo que eu sempre quis. Apesar de ainda estar em obras e a mudança estar semi-programada para início de março, já me sinto mais livre do que o passarinho.

 
Foto tirada do Google Street View, amo essa árvore florida.



O meu iPad, sem dúvida, está na lista dos TOP 10. Uma semana depois que eu comprei, ainda olhava para aquela 'coisa' meio desconfiada, achando que tinha jogado $$ no lixo mas, depois que eu fiquei íntima dele... (risadas), não nos desgrudamos mais, ele é praticamente parte de mim, não sei como seria minha vida digital sem ele.





Isso...



...que aqui no Brasil é o olho na cara e nós compramos por uma pechincha quando fomos a Orlando fazer o enxoval do Bibi. Não sei o que teria sido de mim sem essa 'girafuda', super confortável para bebês, o Gabriel encaixava nela perfeitamente. Gabriel feliz era sinônimo de mãe feliz, fora que quando ele chorava muito, colocá-lo aí e balançar vigorosamente era o melhor remédio. Ele dormia como um anjo.


Olha que delícia o Bibi com dois meses monopolizando a TV.



Desitin (também em Orlando), comprei o potão e várias bisnaguinhas, se na época eu soubesse o drama que era essas 'pomadinhas de bunda' do Brasil teria trazido uns 5 potes. Por que nós, mamães brasileiras, não temos o direito de ter uma pomada de tão boa qualidade e tão barata como essa disponível na farmácia?




Ah cara, vai virar meio que clichê, porque as melhores compras que eu já fiz até hoje foram nos EUA.


Comprei milhares de bodies da Carter´s, uma qualidade e modelagem que não se encontra no Brasil (parece que tinha sido feito pro Bibi), lá eu paguei 10 dólares pelo kit com 5.  EUA 3 X 0 BRASIL




Nadar com os golfinhos no Discovery Cove, quase ficamos sem as calças de tão caro que foi, mas valeu cada $$.

Maridón e a Cindy


A viagem pra Disney




O meu vestido de casamento, valeu cada centavo.




Bom, eu tenho milhares de coisas a mais para colocar e comentar, só que iria estender demais o post, acho que as 8 melhores coisas (sem ordem de importância) já estão de bom tamanho. :]

Você quer ver mais comprinhas legais para se inspirar? Clique aqui e confira.


Dani Dani

sábado, 26 de novembro de 2011

Ilustrando o assunto "babás"

Essa semana fui em uma festa infantil e tirei algumas fotos para ilustrar a indignação de algumas mães no que diz respeito ao uso de babás. Porém, vou postar apenas uma pois, nas outras, muitos rostinhos de crianças ficaram evidentes e eu não domino a arte de disfarçá-los.

Ao todo, eu contei 14 babás (fora algumas que já tinham ido e outras que ainda não tinham chegado). A festa foi às 17:30. Algumas estavam sozinhas com as crianças; outras acompanhavam a mãe e a criança.


Nessa foto tem 10 babás, as crianças estão no lado direito vendo o teatrinho.


Vou dar algumas explicações que me ocorreram para essa cena, visto que sou defensora do uso de babás:
  1. A festa foi muito cedo, a maioria das mães estava trabalhando.
  2. A maioria das crianças tem um monte de festinhas infantis para ir (isto é fato), logo as mães escolhem algumas para estarem presentes, outras pra deixarem por conta das babás. Porque vamos combinar, uma festa até passa agora haja saco pra duas na semana, trê semanas seguidas por exemplo.
  3. As mães que levaram as babás ficaram jogando conversa fora nas mesas enquanto os filhos se divertiam no teatrinho e eram vigiados 100% do tempo (super justo).
  4. Algumas mães levaram uma criança + um bebê muito novinho, logo precisariam de ajuda pois não conseguiriam dar conta de correr atrás da criança mais velha.
  5. Algumas crianças tem irmãos e eles tem festas diferentes no mesmo dia, logo um vai com a babá e outro com a mãe para festas separadas.
  6. Algumas mães estavam cansadas e optaram por mandar a babá, pois não acham justo privarem o filho de se divertir festa do amiguinho.
  7. Algumas mães preferiram sair para um jantar romântico com o marido (a-do-ro).

Agora, para quem não acha esses motivos suficientes, eu posso dar mais dois:

  1. Uma das mães acabou de perder um parente e, por sorte, pôde mandar a filha mais nova para se divertir enquanto ela cuidava de algumas burocracias.
  2. Outra mãe ficou em casa cuidando da própria mãe que está doente.

'Tá' vendo como não podemos julgar as pessoas?


O que acontece é que, nas famílias com maior poder aquisitivo, as babás são opções viáveis. Se você for em uma festa em algum bairro menos abastado não vai encontrar nenhuma babá, é verdade. Mas será que você encontraria mães mais competentes? Duvido muito.


(*) Veja aqui o post original sobre as babás.


Dani Dani

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Pequenas felicidades - blogagem coletiva


Minhas felicidades da semana:

  • Festa infantil com os amigos. Joguei conversa fora e comi umas comidinhas maravilhosas. A-do-ro.
  • Encontro com outros amigos da escola. O dindo do Bibi fez mini-joelhos com cheedar, quase saí rolando de lá;
  • Gabriel formou uma frase: Mamá, a ága da cacá;
  • A compra da máquina nova (tô que nem pinto no lixo);
  • O calor voltou;
  • Gabriel praticando "abraço", ele fica agarrando a cachorra e gritando ABATCHÔ, ABATCHÔ, ABATCHÔ;
  • Reunião de pais na nova escola do Gabriel, foi muito produtiva e com muitos pais interessados (muito diferente da outra escola);
  • Gabriel ficou pela primeira vez na casa dos "dindos" para mamãe e papai poderem passear no shopping;
  • A simpatia, o carinho e o amor do meu filho com todas as pessoas, isso me deixa orgulhosa demais;
  • Lanche na casa da vovó com o café da Tiana;

Tiana, minha avó e Gabriel redondo com 2 meses

Se você quiser ver mais felicidades, passa no Botõezinhos. Aproveite e responda a pergunta da Rita: "Como observar e dar valor às pequenas felicidades na correria alucinante da nossa semana?".

Aí vai a minha resposta:
Contabilizando diariamente as felicidades, não deixando para fazer isso somente no dia D.


Dani Dani

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Notícia e indignação

Meu coração está parado até agora mas eu preciso escrever...

Quem me conhece sabe que eu detesto entrar em site de notícias. Geralmente 90% delas são tragédias, mas a curiosidade me impede de ficar muito tempo sem ler.

Hoje entrei na Globo.com e vi a seguinte chamada: Mãe de gêmeos vai abortar feto com problemas e hospital retira bebê sadio.

Meu coração parou. Tentei mensurar o tamanho da dor dessa mãe.

Não consegui.

Tive que entrar no link para ler a tragédia toda, ao mesmo tempo jurava que nunca, nunquinha mais eu iria entrar na Globo.com e que, inclusive, eu ia tirá-la da minha página principal.

Li tudo, linha por linha, e quanto mais eu lia mais agoniada eu ficava.

  • Não, o feto não era FETO, tinha 32 semanas.
  • Não, o "feto" não estava morto, estava vivo porém tinha um problema cardíaco que, segundo os médicos requereria várias cirurgias durante sua vida, caso ele sobrevivesse. Hello, "durante sua vida"? Então ele poderia ter tido vida?
  • Sim, mataram o bebê errado (com uma injeção fatal) e depois, "ah, depois a mãe teve de passar por uma cesariana para acabar com a vida do feto doente". No final das contas, mataram os dois. Oi?

Putaqueopariu eu não li direito, não é possível.

Como assim? Ela ia abortar uma criança de 32 semanas, que não tinha nem tido a oportunidade de sair e lutar pela vida (nessa parte ela deve ter esquecido que milagres acontecem)? Ela confiou a vida do filho à opinião dos médicos euodeiomédicos?

1) Não vou julgá-la, vou tentar com todas as forças. Ela já deve estar sob o próprio julgamento, e deve estar sendo muito duro.

2) Não é possível que optaram por matar o bebê devido a um problema no coração, provavelmente (e como sempre) devem estar faltando algumas informações importantes na reportagem.

3) Lamento. Lamento pela mãe, pelo bebê, por essa droga de sistema que não dá espaço para milagres, lamento pela incompetência dos médicos.


Que fique aqui minha pequena homenagem a esses dois pequenininhos que não tiveram a oportunidade de nascer e lutar pela vida.



Dani Dani
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